5 Grandes Lições da Psicologia Positiva Para
Manter Sua Qualidade de Vida e Seu Sucesso
Este foi um artigo enviado pelo Guilherme Martins da Costa, que é jornalista de formação, com MBA em Marketing e interesse pessoal pelo que nos inspira, nos motiva e faz de nós o que somos. Se você também quer publicar seus artigos conosco, entre para o nosso clube de autores!
Nela, Ben-Shahar explica “O Incrível Poder da Positividade”. Estes são os estudos da recente linha da Psicologia Positiva, que ensinam sobre como podemos ser mais felizes e conseguir mais resultados – seja para crianças tirarem notas boas no colégio ou para presidentes de empresas serem mais bem sucedidos.
Estas coisas afetam a vida
de todas as pessoas.
Sua primeira aula em Harvard teve 6 alunos. A segunda 400, e em seu terceiro semestre mais de 800 alunos, tornando-se a aula de maior sucesso em Harvard até então, com alunos de cursos importantes como Direito e Economia.
PRINCIPAIS PONTOS
“Se existe algo que eu quero que vocês se lembrem desta palestra é: foquem no que funciona (e não no que está errado).”
A psicologia sempre fez perguntas sobre o que está errado, porque pessoas sofrem de depressão e porque algo está dando errado.
Estas são perguntas importantes, mas não resolvem os problemas.
O que resolve é entender
O QUE FUNCIONA.
Como podemos alcançar melhores resultados em todas as áreas de nossas vidas? O que está dando certo em sua vida? Como podemos aprender com o que traz resultados positivos para consertar o que não está indo bem?
Após 40 anos buscando resolver problemas de ensino em uma área pobre, o governo dos EUA descobriu por meio de uma pesquisa que os esforços de diversos grupos de psicólogos para elevar a qualidade do ensino não deram resultados.
(Isto acontecia mesmo com os recursos para investir nos projetos)
Mas quando pesquisadores da linha da Psicologia Positiva focaram em tentar entender como alguns poucos alunos conseguiam notas melhores que a maioria, eles conseguiram entender de que forma, mesmo em situações difíceis, é possível ajudar alunos a aprenderem mais, melhorando as notas e o ensino da região.
Eles entenderam que o que separava aqueles alunos excepcionais não eram características excepcionais, mas características comuns – só que estas funcionavam mais do que outras características.
Aqui está uma lista destas características, que você pode aplicar em sua própria vida, se ainda não faz:
- Praticar Resiliência: a habilidade de nos restaurarmos depois de falharmos é essencial, pois quem acerta precisou errar e aprender com os erros, para depois poder acertar. Resiliência é a nossa capacidade de não desistirmos ou ficarmos deprimidos quando algo dá errado, mas sim de aprendermos com isso, porque todos erram.
- Definir Metas Futuras: estas pessoas não focavam sua atenção no presente ou no passado, mas em obterem uma evolução. Elas tinham objetivos de longo prazo que as incentivavam a continuar buscando, se esforçando, mesmo em situações difíceis.
- Manter o Otimismo. SEMPRE.
- Replicar o exemplo de pessoas de sucesso: biografias bem escritas e com pesquisas sólidas são extremamente importantes de serem lidas, pois nos ajudam a entender mais sobre como aquelas pessoas muito bem sucedidas vêem o mundo. Isto nos inspira e ensina a também fazermos a mesma coisa.
- Foco nas suas forças: coloque seu foco naquilo em que você é bom. Naquilo que você tem paixão por fazer, naquilo que te dá forças para se dedicar ao máximo, dando o seu melhor.
Seguindo estas lições no dia a dia conseguimos replicar o que funciona e abandonar hábitos ruins (como focar no curto prazo ou desistir após poucas tentativas) e obtermos mais resultados e nos realizarmos em nossas vidas.
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A ACUPUNTURA E A CURA
31/03/2013 22:14A ACUPUNTURA E A CURA
O êxito de qualquer forma de cura baseia-se no domínio dos princípios teóricos e da prática, assim como a compreensão de cada pessoa. Na acupuntura, a combinação de pontos é o meio ou interface pelo qual o profissional pode iniciar a cura do paciente. O êxito clinico da acupuntura depende da escolha de uma combinação eficaz dos pontos, esta escolha tem fundamentos na síndrome e na compreensão da personalidade e das necessidades individual de cada paciente.
Na acupuntura, a combinação dos pontos está relacionada com cada tipo de personalidade, sendo necessário avaliar o estilo de vida de cada um, não há fórmulas exatas. A combinação dos pontos pode ser modificada conforme, as necessidades do paciente, com o estilo de tratamento do profissional e com os progressos ao longo do tratamento.
Muitas vezes a acupuntura pode ser usada de maneira eficaz como único método de tratamento ou como complemento a Medicina Ocidental.
Na Medicina Oriental a participação do paciente é fundamental, pois observamos que cada ser humano é único, sendo a terapia individual, de acordo com o caráter do individuo.
O JOVEM E AS DROGAS
07/11/2012 20:38A preocupação com as drogas é grande e precisa acontecer. Mas, normalmente, a preocupação com o álcool fica negligenciada e em segundo plano.
Em casa, muito provavelmente, os pais não têm maconha ou cocaína, mas certamente têm alguma bebida alcoólica.
Normalmente, nos preocupamos com as consequências do álcool somente quando ocorrem tragédias de transito (e que, geralmente, acontecem com jovens), mas esquecemos das consequências do beber frequentemente.
O jovem bebe por três motivos:
1) Gosta do efeito que a bebida traz.
Gosta de misturar, de experimentar. Toma um pouco em casa, depois na casa do amigo que certamente, também, tem alguma bebida alcoólica e, depois, na balada ou em outro lugar qualquer que ele vá. Os efeitos podem ser relaxantes ou de extroversão e, muitas vezes, o adolescente precisa desse efeito para poder “chegar” em alguma menina, para ficar mais sociável e a vontade no meio dos amigos.
2) “Precisa” beber para sentir-se aceito pelo grupo.
A resposta que mais se ouve é: “Todo mundo bebe e eu não vou ficar de fora!”
Como essa é uma fase de identificação e busca de identidade, o jovem precisa identificar-se com esse grupo e, portanto, usar as mesmas coisas, a mesma linguagem, etc.
Erroneamente, alguns pais tendem a beber junto com o filho ou filha porque imaginam que essa atitude poderá controlar o filho, ao mesmo tempo em que se aproximam dele. Imaginar que, pelo fato de beber junto, você estará se tornando amigo de seu filho é um erro. Na verdade, fazendo isso só estará dando aval para ele.
Filhos na adolescência, não são amigos de pais. Eles podem contar muita coisa, mas não tudo. Ele poderá beber na sua frente, mas irá beber em outros locais longe de você, da mesma forma.
A ideia de que o diálogo deve acontecer e é suficiente para controlar e evitar situações pode dificultar as coisas. Primeiramente, porque os pais imaginam que esses filhos estão tão amigos que contam tudo (o que não é verdade). Segundo, que os filhos por acharem que os pais agora estão “amigos”, eles tem o direito não só de serem ouvidos, mas de serem atendidos em tudo. A autoridade pode ficar fragilizada nesse processo, pois amigos não decidem, não dão ordens; apenas sugerem e podem ser ouvidos ou não.
3) Bebem por fuga.
Bebem para fugirem de crises familiares, onde a interferência deles é praticamente nula por não poderem fazer nada e nem sequer serem ouvidos. Crises entre os pais, geralmente, empurram o jovem a se ancorar no grupo de amigos que o levam a “se divertir” e esquecer a crises em casa, usando a bebida.
Como essa é, também, uma idade em que autoestima desaba por motivos simples, eles tendem a fugir, usando o álcool. É uma idade cheia de complexos. A autoestima da menina desaba porque o menino não olha para ela ou porque ela se sente inferiorizada olhando para outras amigas e se comparando com elas. Desaba quando o menino não consegue evoluir nos estudos ou não tem um porte tão atlético como os outros colegas. Nesses momentos, os pais devem ficar alerta na superação dessas frustrações, antes que usem bebida, nessa tentativa. As atividades, juntas com o filho, são importantes para que esse filho saia do “baixo astral”.
Observe, também, se você, como pai ou mãe, usa mais críticas do que elogios; ou se costuma sempre comparar seu filho com o irmão ou com outras pessoas. Críticas e comparações só ajudam a derrubar a autoestima que, nessa idade, já oscila demasiado.
Situações de frustração, mesmo aquelas onde o filho percebe que não consegue corresponder às expectativas dos pais, o levam a aproximar-se cada vez mais do grupo, distanciar-se dos pais e, portanto, usando a bebida como fuga.
Existe, nessa fase, um medo grande por parte dos pais em exercerem a autoridade. Muitas vezes, o distanciamento do filho (a) é tão grande e ficam tão pouco tempo juntos que esses pais se sentem culpados por dizerem “NÃO” quando precisam, colocando limites.
Alguns pais confundem independência desses jovens com maturidade e responsabilidade. O jovem pode ter autonomia, dirigir seu carro, ter boas notas, mas isso não significa maturidade, ainda. Observe seu filho.
Alguns pais, também, imaginam que falar sobre álcool com eles não é necessário, pois muitos ainda não bebem ou mesmo não se interessam. Além disso, seria colocar medo nesses filhos sobre estatísticas trágicas e desnecessárias. Este tipo de “proteção” é inadequado, pois é exatamente o medo e essa realidade que poderá ajudar seu filho. O adolescente, nessa fase, se sente inatingível, como se nada de ruim pudesse acontecer com ele; somente com outros. Essa é uma característica da adolescência e é importante que você traga essa realidade para seu filho. Ela funciona como um alerta. Você não irá evitar tudo, mas irá evitar muita coisa ruim e uma delas é a ignorância de seu filho sobre esse assunto, causada por sua omissão.
FATORES DE ADOECIMENTO
07/11/2012 20:15
FATORES DE ADOECIMENTO
Na Medicina Tradicional Chinesa são considerados os fatores de adoecimento as causas internas e externas. A pessoa pode adoecer por deficiência de seu sistema de defesa meio interno ou por sofrer agressões do ambiente em que vive que é o meio externo. Os fatores internos consideram a estrutura genética e hereditariedade, o modo de vida e os sentimentos. Os fatores externos dependem do clima, em suas variáveis manifestações e do meio ambiente. Podendo considerar que se pode adoecer no físico e na mente ou em ambos.
Com o desenvolvimento de muitas terapias com enfoque corporal e a abordagem psicossomática, passou-se a creditar que as doenças físicas como gastrite, dores articulares, doenças intestinais e até o câncer teriam como base as alterações emocionais. Esta visão até certo ponto é importante, para o ser humano observar as doenças com novos olhos, talvez mais otimista, pois, o paciente tem importante papel a cumprir na profilaxia e no tratamento, que antes só o médico resolvia. No entanto, não devemos exagerar nessa visão, pois, pode gerar algumas colocações falsas como: a pessoa tem gastrite porque é nervosa ou a pessoa tem câncer porque guarda mágoa, etc. Esse pensamento leva a crer que tudo se resolve com a cabeça. E com o surgimento da doença, a pessoa se sentirá culpada. Não é bem assim, pessoas bem resolvidas emocionalmente também têm câncer, obesidade, gripe, dor, etc.
A visão da Medicina Tradicional Chinesa é do todo, dos vários fatores causadores de doença que pode agir tanto em um corpo mais frágil, como em outro mais fortalecido. A saúde depende de inúmeras interações possíveis entre o ambiente, as emoções, a alimentação o estilo de vida e a inevitável vulnerabilidade do ser, pois a condição humana inclui a doença e a morte. (Helena Campiglia)
Corpo e mente fazem parte de um mesmo organismo, que não podem ser divididos. E não que, certas pessoas têm apenas doenças mentais, e outras somente doenças físicas, é uma visão que separa o corpo e a mente.
Na Medicina Tradicional Chinesa, entende-se a palavra saúde como resultado do equilíbrio entre o Yin e o Yang. Quando estes estão desequilibre, observa-se o processo de adoecimento. A doença não surge de uma hora para outra, é fruto de uma sucessão de experiências estressantes acompanhada por uma fragilidade do mecanismo de proteção. Esse processo pode começar na adolescência e só se manifestar na idade adulta ou na velhice. Muitos eventos ficam internalizados e, em uma situação específica, podem ser reativados como um alarme, desencadeando uma reação em cascata que culmina com a doença.
ACUPUNTURA
13/10/2012 23:29
ACUPUNTURA
A acupuntura faz parte da Medicina Tradicional Chinesa, é um tratamento milenar. Sua base é estimular o organismo e equilibrar suas funções, proporcionando a ação natural do corpo. Para isso a técnica estimula pontos vitais através de agulhas ou moxabustão.
Os pontos e os canais de acupuntura podem ser considerados a fronteira entre o corpo físico e o energético, possuindo características dos dois aspectos.
A acupuntuta pode ser usada no tratamento de várias síndromes como: respiratórias, circulatórias, locomoção, psicológicas e associadas.
ALEM DA DOENÇA
Muitas vezes, a doença pode ser um aviso de que, por trás dos sintomas, existe um problema precisando de solução. Muitas vezes a doença pode ser eliminada quando a pessoa identifica o problema e faz as mudanças necessárias nos padrões de pensamento e de comportamento, realinhando a personalidade com as energias positivas do self e permitindo que os padrões negativos do ego desapareçam gradualmente.
Maria Giselda